Um dos grandes dilemas da polícia federal hoje em dia é impedir que os presidiários se comuniquem via celular com o mundo externo e continuem articulando seus planos malignos.

Os policias já concluíram que são incompetentes para conseguir banir a entrada dos aparelhos, então agora estão buscando uma solução, junto com as operadoras de celular, para que o sinal não funcione dentro dos presídios. Mas também não estão obtendo sucesso.

Deve ser realmente complicado limitar o sinal do celular. Porque, até quando você está voando de avião, a milhares de quilômetros de altura, o sinal continua funcionamento. Eu sei que não é permitido fazer uma ligação em pleno vôo, mas eu já testei e o celular funciona.

Inclusive essa história de que o celular pode atrapalhar a transmissão entre a aeronave e a torre de comando, eu acho que é conversa fiada. Acho que não tem risco nenhum falar no celular durante o vôo. Eles inventaram isso porque já imaginou centenas de pessoas falando no celular, ao mesmo tempo, naquele lugar fechado? Seria um caos! Se dormir no avião já é difícil, passaria a ser impossível.

Mas sobre a questão do sinal do celular, tem um lugar em que ele realmente não pega de jeito nenhum: dentro do elevador. Pode ser até no elevador do prédio da operadora de celular, mas mesmo assim não pega (eu já testei isso, juro!).

A polícia federal deveria mandar transformar as celas dos presídios em elevadores.

Azeitonas

23
abr

Odeio azeitonas. E não entendo como alguém em sã consciência pode gostar. É difícil pra eu aceitar o fato de que meus pais gostam de azeitona. Mas eles são meus pais, não posso rejeitá-los só por causa disso.

Acho que, após os trinta anos de idade, o paladar do ser humano sofre um processo de metamorfose e passa a gostar de azeitonas. Não me recordo no momento de ninguém com menos de trine anos que goste. Deve ter, mas são raras exceções.

No Orkut, a comunidade “Eu odeio azeitonas!” tem mais de 75 mil membros que compartilham deste meu sentimento e que sofrem para catar as azeitonas da pizza.

A propósito, será que os pizzaiolos ainda não perceberam que a maioria das pessoas não gosta? Porque eles insistem em colocá-las, então? Para enfeitar? Pior são os chefs que ainda têm o trabalho de picar a azeitona para complicar ainda mais a vida dos consumidores. Porque elas precisam ser eliminadas. A azeitona é capaz de estragar totalmente o gosto de uma comida. Tanto que é muito comum ver uma embalagem de pizza delivery apenas com as azeitonas excluídas, depositadas numa lixeira. E nas pizzarias a cena se repete: a pizza acaba e sobram os pratos com as azeitonas renegadas.

Sempre fico desconfiado de que as pizzarias fazem reaproveitamento das azeitonas. Já que ninguém come mesmo, eles pegam as excluídas e colocam em outra pizza. Por isso, sempre que vou a uma pizzaria, além de remover a azeitona, faço questão de desconfigurá-la totalmente para impossibilitar o reaproveitamento. Gostaria, inclusive, de convocar a todos para aderirem a esta causa!

Mas as azeitonas na pizza não me incomodam tanto. Porque pelos menos elas estão à vista. Você sabe onde está o inimigo e tem como eliminá-lo facilmente. O que me incomoda são as azeitonas que ficam dentro da comida. Aquelas que pegam você de surpresa quando dá uma mordidinha na empada ou um belo gole no caldinho de feijão.

Deveria ser criada uma lei que obrigasse ter um aviso na embalagem dos produtos:
Contém glutem. E azeitonas!

  

Na terça, dia 17 de abril, teve show de stand-up comedy comigo e Ben Ludmer com público de mais de 200 pessoas no Musique.

Eu estreei o meu novo show, com texto renovado, e Ben Ludmer, que é ilusionista, também fez um show de mágica.

Veja o vídeo de Mágica de Ben Ludmer no programa da HEBE
http://www.youtube.com/watch?v=8NA2ny7lr_oVeja o stand-up comedy de Ben Ludmer na Roxxy
http://www.youtube.com/watch?v=b9mfuGEFcmo

Do JC Online 

O Musique traz, nesta terça-feira (17), um espetáculo de humor que privilegia o artista munido apenas do microfone, sem personagem, fantasia ou acessórios. Esse espetáculo, conhecido por Stand-up comedy, será apresentado pelo mágico profissional Ben Ludmer e pelo empresário Murilo Gun, a partir das 21h.

“Sempre gostei de escrever crônicas de humor e de repente surgiu a idéia de fazer uma apresentação ao vivo”, explica Murilo. Após a apresentação, haverá um show de mágica com Ludmer. Como já é comum no gênero, Murilo e Ben vão abrir o palco para quem estiver interessado em fazer alguma participação.

GÊNERO – O humorista stand-up não conta piadas conhecidas do público (anedotas), e sim prepara um material, escrito por ele mesmo, com texto original construído a partir de observações do dia-a-dia e do cotidiano. Woody Allen, o célebre e genial diretor, começou fazendo esse tipo de arte. David Letterman, apresentador do Late Show, que deu origem ao Programa do Jô, também. Outros atores como Jim Carrey, Whoopy Goldberg, Billy Cristal, Bill Cosby, Richard Pryor, Ray Romano, Dana Carvey, Robin Williams e Eddie Murphy tiveram o mesmo começo promissor na arte de fazer comédia em pé.

Fonte: http://jc.uol.com.br/2007/04/16/not_136975.php

Adoro comer coração de galinha. É um dos meus petiscos prediletos quando vou para um bar ou quando estou num churrasco.

Mas toda vez que eu peço uma porção de coração de galinha, eu fico pensando quem foi que comeu a carne destas galinhas.

Porque há uma desproporção enorme: uma porção de coração de galinha (com aproximadamente 50 corações), numa mesa de bar com 4 pessoas, não é suficiente para alimentar bem ninguém, é apenas um petisco que é devorado em poucos minutos.

Enquanto isso, a carne dessas 50 galinhas, cujos corações foram comidos em poucos minutos na mesa de bar, seria suficiente para alimentar bem 50 famílias de 4 pessoas, ou seja, são 200 pessoas bem alimentadas.

Portanto, cada vez que você pede uma porção de coração de galinha num bar, é necessário que 200 pessoas estejam comendo carne de galinha.

Conclusão: ou as galinhas têm mais de 1 coração ou tem muita carne de galinha sobrando por aí.

PostScriptum: A mesma desproporção existe com a castanha e o caju. Quem é que come tanto caju? Deve ter um depósito subterrâneo com as sobras de carne de galinha e de caju.

Do Pernambuco.com 

A dupla Murilo Gun e Ben Ludmer está de volta com mais uma sessão de Stand Up Comedy, desta vez, no Musique, na próxima terça-feira, dia 17. Os protagonistas avisam que o palco está aberto para quem estiver interessado em fazer uma participação,

O modelo da comédia aqui é apresentado é familiar ao público nacional através do programa americano Saturday Night Live e do seriado Seinfeld, exibidos na TV fechada.

Os dois não são artistas. Ludmer é mágico profissional e Gun, administrador. Mas, encarnam o Woddy Allen, que iniciou o formato, e encaram o microfone com seus causos e piadas de pronto entendimento, sem direito ao humor caricato que por aqui se tornou rótulo do humor nordestino.

Fonte: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=2007412210008&assunto=101&onde=1

Páscoa

08
abr

É estranho terem escolhido o coelho e o ovo para serem os símbolos da páscoa. Eu sei que a páscoa significa vida nova. E que o ovo simboliza o nascimento de uma vida, e o coelho simboliza a fertilidade. Até aí faz sentido. Só tem um probleminha: o coelho não pôe ovos!

Porque não procuraram um animal que fosse fértil e que pusesse ovos? A tartaruga, por exemplo. Qual o problema da tartaruga? Ela pode não ser tão branquinha, tão fofinha e tão rápida quanto o coelho. Mas é muito mais fértil e põe ovos. E isso é o que importa!

Lanço, a partir de agora, a minha campanha em prol da tartaruga como novo símbolo da páscoa.

E se quiserem realmente manter o coelho, então acabem com o ovo da páscoa e criem o óvulo da páscoa!

O Primeiro de Abril é sempre um dia de tensão. Tudo o que você vê, tudo o que você escuta e tudo o que você lê precisa ser pensado duas vezes para certificar-se de que não é uma mentira.O Dia da Mentira é um acontecimento internacional. E, entre os adeptos da brincadeira, está o todo-poderoso Google.

Em 2000, lançou o Google MentalPlex, uma tecnologia que possibilitava ler a mente do usuário e saber o que ele desejava buscar; em 2002, o Google informou a adoção do sistema PingeonRank, que utilizava pombos para agilizar as buscas; em 2004, anunciou que estava contratando engenheiros para trabalhar no Google Copernicus Center, um centro de pesquisas que estaria planejando construir. Na lua!; em 2005, lançou a bebida Google Gulp (em quatro sabores), que prometia melhorar a inteligência das pessoas alterando o seu DNA; em 2006, foi a vez do Google Romance, em que o sistema “Soulmate Search” (busca de alma-gêmea) ajuda os usuários a encontrarem o seu par ideal; e, em 2007, a brincadeira foi o Gmail Paper, serviço que permite aos usuários do Gmail solicitar a impressão das mensagens e recebê-las em casa.

Parece que eles realmente entendem de mentira. A propósito, tente fazer um busca por “mentiroso” no Google e veja qual é o primeiro resultado encontrado.

Eu, particularmente, não sou adepto das brincadeiras no Dia da Mentira. Porque, se no Dia do Trabalho, ninguém trabalha, no Dia da Mentira, ninguém deveria mentir.

Portanto, vou falar algumas verdades sobre o Dia da Mentira.

Tudo começou em 1564, quando o rei francês Carlos IX determinou que o ano começasse em 1º de janeiro, em vez de 1º de abril. A mudança repentina causou confusão e virou piada nos anos seguintes quando começaram a ser distribuídos convites para falsas festas de ano novo em abril. A tradição do 1º de abril teria chegado ao Brasil na primeira metade do século 19, através de Pernambuco, onde era editado o periódico A Mentira, cuja primeira edição circulou em 1º de abril de 1848, e trazia como principal notícia a morte do imperador dom Pedro II.

Na verdade, ninguém tem certeza se esta história é verdade ou mentira. Esta é apenas uma das hipóteses para a origem do Dia da Mentira. Quer saber a verdade? Se eu te contar você não vai acreditar…

Fonte: Origem do Dia da Mentira, por Mário Souto Maior