Na terça-feira, dia 30 de outubro, participei do Cabaret do Diogo Portugal, no Era Só o Que Faltava, em Curitiba, junto com o Hélio Barbosa e o Fábio Silvestre.

Na terça-feira, dia 30 de outubro, participei do Cabaret do Diogo Portugal, no Era Só o Que Faltava, em Curitiba, junto com o Hélio Barbosa e o Fábio Silvestre.

Na segunda-feira, dia 29 de outubro, participei do Santa Comédia, em Curitiba, com o Marco Zenni, Léo Lins e Diego Paiva.
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Jornal “O Estado de São Paulo”
Danilo Gentili nunca foi convidado para contar suas piadas na televisão. Mesmo assim, hoje ele vive da comédia stand-up, apresentando-se por todo o Brasil.
Afinal, será que a televisão hoje não é mais um meio de veiculação necessário para alguém fazer sucesso como comediante? Segundo os entrevistados, sim e não.
É claro que apesar de a internet criar um boca-a-boca impressionante, ela ainda está muito longe de ter o poder de comunicação que a televisão possui no Brasil. Segundo pesquisa da consultora ScoreNetworks, feita em março deste ano, o País tem cerca de 15 milhões de internautas residenciais.
Na mesma época, um estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud Brasil) mostrou que aqui há 162,9 milhões domicílios com televisão a cores. Sentiu o peso da TV?
“Ainda ajuda muito uma entrevista no Programa do Jô ou no Faustão, mas acho que a televisão não é mais o único meio. Hoje não se pode desprezar a internet de jeito nenhum, isso sim”, comenta Claudio Torres Gonzaga. “A TV ainda é necessária. O Brasil é muito grande e qualquer aparição nela é algo gigantesco”, concorda Fábio Rabin.
O que acontece com o stand-up, e até explica um pouco o fato de o gênero não estar na programação televisiva, é que seus shows se concentram muito nas regiões Sul e Sudeste, justamente as mais ricas do Brasil. Na maioria do território nacional, apenas quem tem internet em casa ou TV a cabo conhece essa turma.
O comediante Murilo Gun é de Recife (PE) e tem uma empresa de informática. “Aqui não dá para sobreviver de stand-up. Consigo promover apenas um show por mês, já Estados como São Paulo e Rio comportam atrações semanais, diz.
O que acontece hoje com a TV é que ela já não sai na frente na hora de revelar novos talentos. Hoje, independente da região, descobre-se um novo comediante pela internet, principalmente por vídeos. “A TV antes lançava, hoje utiliza. Eu faço o Zorra Total e só entrei lá porque viram meus vídeos no YouTube”, explica Marcelo Mansfield, que só no teatro tem 20 anos de carreira. G.M.
Link: http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=12270
Jornal “O Estado de São Paulo”
Em São Paulo, os fãs de stand-up comedy podem ver um show do gênero durante todos os dias de uma semana. Não é exagero – às vezes dá até para ver dois espetáculos no mesmo dia. Mas o que explica o sucesso atual desse gênero humorístico, que já é realizado no Brasil há décadas pelos humoristas José Vasconcelos, Chico Anysio e Jô Soares? A resposta é a internet. Melhor, os internautas.
“Alguns clubes fazem a divulgação apenas pela rede. Como a internet tem esse efeito viral maluco, o boca-a-boca é potencializado”, diz o humorista Murilo Gun. Até aí, nada de novidade. Na verdade, o que realmente explica esse sucesso é que a web, ao contrário da TV, não é massificada, não tem um compromisso com audiência. Traduzindo: ela pode muito bem agradar a um público específico. Neste caso, o jovem brasileiro é o grande consumidor das piadas da “comédia em pé”.
“O internauta não suporta mais esse tipo de humor que tem na televisão, voltado para a classe Z”, diz o comediante Danilo Gentili. E quem é esse internauta? “É o jovem que não vê TV, que baixa filmes, assistiu Seinfeld na TV a cabo e vive no YouTube”, diz Nigel Goodman, do Ponto Cômicos.
Realmente, o público que consome stand-up é diferenciado. Em grande parte são adolescentes ou jovens na faixa dos 20 anos que passaram suas vidas consumindo programas americanos, como talk-shows e sitcoms. Por isso, há a familiaridade com esse tipo de comédia.
“Mas também tem gente mais velha, que possui uma boa bagagem cultural e usa esse tipo de humor, da crítica e do sarcasmo, no dia-a-dia”, explica o ator Marcelo Mansfield, um dos pioneiros ao trazer o gênero ao País. Por ser um humor rápido, de menos de três minutos, simples e sem nada de caricato, quem está acostumado com o “tipo de comédia da TV a cabo” gosta do que viu, replica o link e passa o vídeo para seus amigos.
Isso explica bem o boom entre os internautas, mas… e entre os comediantes? Novamente, a web entra como a grande incentivadora. O forte do stand-up é o texto, e a interpretação não é primordial. Por isso, quem escreve bem (blogueiros, geralmente) e tem boas sacadas acaba arriscando ir para os palcos. Mansfield até diz que o blog é quase um texto pronto de stand-up.
“Mas nem todos bons autores são bons intérpretes”, ressalva Grace Gianoukas, do Terça Insana. Danilo Gentili e Murilo Gun, antes de serem comediantes, eram blogueiros, que criavam posts que brincavam com cenas do cotidiano. Mas, hoje, também é comum os humoristas aderirem aos blogs como forma de suprir a necessidade de criação. “Várias vezes eu escrevi sobre um assunto e descobri uma piada escondida ali. Humor de stand-up é prática, e quanto mais você escreve, mais piada você tem”, diz o comediante Bruno Motta.
Vale lembrar que não é todo mundo que consegue fazer essa migração dos blogs para os palcos, e nem toda sacada escrita no diário virtual pode ser usada ao vivo. “Se a piada é fraca, é melhor alguém ficar te xingando na caixa de comentários do blog do que você ver aquele silêncio na platéia”, ri Ronald Rios, do Ponto Cômicos.
Outro fato normal, que está se tornando cada vez mais comum, é a afobação para divulgar o trabalho o mais rápido possível. Não é porque você fez uma simples apresentação que ela já seja digna de ser filmada e exibida na web. O humorista Fábio Rabin até deixa um alerta.
“O YouTube é uma baita vitrine, mas ou você aparece lá para se fazer ou para se queimar. É preciso ter os pés no chão, pois é como se você conseguisse entrar na TV de graça”, diz. “A internet é maluca, pois nela você é o seu diretor, produtor e até o melhor amigo e conselheiro.”
Um lado dessa faca de dois gumes é que, se a internet ajuda na divulgação, às vezes também atrapalha. É praticamente impossível impedir alguém filmar o seu espetáculo, por exemplo. Isso é bom porque exibe o seu trabalho, e ruim porque parte do show está sendo mostrado sem a autorização – o que facilita o roubo de piadas.
O comediante Rafinha Bastos diz não ter mais controle sobre isso. “Em stand-up, se alguém copia o seu texto já terá 70% de chance de se dar bem, pois a piada é só 30% de interpretação”, diz.
Ele também comenta que não adianta mais mandar alguém da platéia parar de filmar o show com o celular. “Xingo o cara, mando ele desligar e o pessoal ri, acha que é parte do show!”, reclama.
Link: http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=12266
Nos dias 24, 26 e 27 de outubro, participei do Comédia em Pé, no Rio de Janeiro, junto com o Cláudio Torres Gonzaga, Fernando Caruso, Fábio Porchat, Paulo Carvalho e Fábio Rabin.
No dia 24 também participei do Comédia em Pé com a Letícia Novaes, Camila Vaz, André Silveira e Larissa Câmara.

PARECE que os pernambucanos estão aceitando bem o gênero stand-up comedy, sucesso em São Paulo. Na semana passada, os comediantes Murilo Gun e Danilo Gentili levaram cerca de 300 pessoas ao Gio Pizzeria.
Link: http://www.folhape.com.br/folhape/coluna.asp?data_edicao=28/10/2007&col=1
Na terça-feira, 23 de outubruo, participei do As Comédias de Todos Nós, em São Paulo, junto com o Rogério Morgado, Felipe Hamachi, Aramyz e Márcio Reiff.
No mesmo dia, participei também do Pay Per Riu, como Japa, Pedro Haidar e Antônio Celso Jr.

Nos dias 21 e 22 de outubro, participei do Clube da Comédia Stand-up (SP), junto com o Marcelo Mansfield, Marcela Leal, Danilo Gentili, Rafinha Bastos e Oscar Filho.
Na segunda-feira, dia 22 de outubro, participei do Comédia ao Vivo, em São Paulo, junto com o Danilo Gentili, Dani Calabresa, Fábio Rabin e Luiz França.

Na quinta-feira, dia 18 de outubro, teve stand-up comedy comigo e Danilo Gentili na Gio Pizzeria.
Também rolou Open Mic com Dirceu Siqueira e Rodrigo Marques e participação especial de Fábio Porchat e Oscar Filho.