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Mesa de bar com muita gente sempre dá problema na hora de pagar a conta. O que normalmente complica a divisão são as bebidas e comidas comunitárias. Sempre tem alguém reclamando que só bebeu um pouquinho da cerveja ou que apenas beliscou o filé com fritas, e por isso não quer dividir igualmente.

Para evitar isso, procure pedir algo que ninguém está bebendo e uma comida individual. Desta forma, o seu valor virá discriminado na conta. Se todo mundo está bebendo cerveja em garrafa, por exemplo, peça chopp. Para comer, peça um sanduíche com bastante molho e, antes da primeira mordida, dê uma lambida 360 graus para controlar o molho que está caindo. Isso garantirá a individualidade.

Na maioria dos casos, quem fica por último se dá mal e acaba pagando a mais, pois muita gente esquece de incluir os dez porcento da casa ou faz um cálculo errado de cabeça (já que o ato de sacar a calculadora do celular é visto como mesquinhês).

Mas tem um único caso em que vale a pena ficar por último. E é por isso que estou aqui!

Em linha gerais, pode-se dizer que o déficit final da conta é diretamente proporcional ao grau de intimidade entre as pessoas presentes na mesa.

Em uma mesa composta por amigos próximos, por exemplo, sempre há confusão na hora de pagar a conta, pois ninguém quer ser o otário que pagou a mais. E todos tem intimidade para disputar cada centavo.

Em contrapartida, quando se trata de uma mesa composta apenas por “conhecidos” ou amigos recentes (como colegas de trabalho ou de um curso recém iniciado) há um certo constrangimento em pagar menos que o devido ou de ficar barganhando por alguns centavos. Por isso as pessoas tendem a calcular o seu valor arrendondando para cima, o que normalmente ocasiona um superávit no final.

Portanto, neste caso, pode ficar tranquilo em consumir bebidas e comidas comunitárias. Mas seja o último a pagar.

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Já que entrei no assunto da língua portuguesa no post anterior, gostaria de comentar algumas expressões:

A expressão “greve de fome” não faz sentido porque greve refere-se a ausência, e fome é a sensação de falta de comida, portanto, “greve de fome” é a “ausência da sensação de falta de comida”, ou seja, barriga cheia.

Seguindo a lógica, “risco de vida” também não faz sentido, porque quando você pôe sua vida em risco, é um “risco de morte”.

Portanto, uma greve de fome gera um risco de vida. E uma greve de comida gera um risco de morte.

Ahhh.. e “remédio para gripe” deveria ser trocado para “remédio contra gripe”.

Estou me empolgando…

Quando uma rua está com excesso de carros, não deveria chamar “tráfego” já que não trafega, assim como não deveria chamar de “trânsito” já que não transita. Muito menos chamar de “a hora do movimento” um momento em que todos os carros estão parados.

Tá bom de bobagens que eu vou tomar minha cartela de Benflorgin (meu remédio para alucinação)…

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Começo a observar aos poucos nos veículos de comunicação a adoção das novas regras pós-reforma ortográfica. Até que eu gostei da extinção do trema, da inclusão das letras k, w e y no alfabeto e da supressão de alguns casos de hífen. Mas não entendi até agora a eliminação do acento diferencial.

A diferenciação da preposição “para” e da forma verbal “pára” era essencial para evitar confusões do tipo “Trânsito para a cidade”. O acento diferencial também era fundamental para diferenciar a preposição “pelo” e o substantivo “pêlo”. Depois da reforma, a frase “Desculpe-me pelos pêlos”, frequentemente utilizada por Tony Ramos e Cláudia Ohama com seus respectivos parceiros sexuais, passou para “Desculpe-me pelos pelos”.

A reforma deveria ter retirado, por exemplo, o acento da palavra “pá”, pois é totalmente desnecessário já que não mudaria nada no som ou na compreensão da palavra “pá” se não houvesse acento.

A justificativa dada para a reforma é que o objetivo não é necessariamente simplificar, e sim padronizar o idioma nos países de língua portuguesa. Mas até parece que com essas mudanças gente fosse entender melhor o português de Portugal, por exemplo. Porque num lugar onde camisinha é chamada de durex, calcinha é cueca, grupo de crianças é canalha, pão francês é cacetinho, imposto é propina e injeção é pica… não vai ser a eliminação do trema que vai resolver o problema de comunicação.

www.santacomedia.com.br

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Essa semana começou na minha cidade (Recife) a tal da portabilidade numérica dos telefones celulares. As operadoras, a imprensa e o próprio governo estão “vendendo” a portabilidade como sendo um grande benefício para os usuários, que poderão trocar de operadora e manter o seu número.

Entretanto, na minha opinião, a portabilidade traz mais malefícios do que benefícios para os usuários. Digo mais: acho que a portabilidade é uma grande estratégia das operadoras para aumentar as suas receitas.

Vou explicar… como todos sabem, em qualquer operadora o custo do minuto é bem mais barato quando a ligação é feita para um número da mesma operadora. Algumas operadoras, inclusive, fazem promoções em que o usuário ganha centenas de milhares de minutos gratuitos para ligar para números da própria operadora.

Com o advento da portabilidade, à medida que os usuários trocarem de operadora e mantiverem o seu número, ninguém mais conseguirá identificar a operadora através do número do telefone. Com isso, vamos acabar ligando para um número achando que é da nossa operadora – mas não é – e vamos pagar um tarifa bem mais cara.

Concordo que a portabilidade acirra a concorrência entre as operadoras. Mas a quantidade de usuários não vai diminuir – e sim aumentar – havendo apenas uma redistribuição dos usuários entre as operadoras. Ou seja, o universo de usuários será o mesmo, só que distribuídos de forma diferente entre as operadoras, sendo que agora cada usuário vai pagar tarifas mais caras. Isso significa aumento de despesa para os usuários e de faturamento para operadoras.

Matéria no site da Folha: Garoto de 13 anos tem página premiada no IW´96

Entrevista no bate papo do UOL:  Webmaster de 13 anos participa do Bate papo

www.agitosdeverao.com

Anedotas, sátira política, brincadeiras com personalidades da TV. Tudo é motivo de piada entre os humoristas que seguem o estilo stand-up comedy. Eles costumam se apresentar em pé, sozinhos, sem auxílio de cenário, figurino ou maquiagem rebuscada. É da simplicidade do cotidiano que eles arrancam risos da plateia. Com esta proposta, o Manhattan Café Theatro recebe nesta terça, a partir das 21h, o comediante Murilo Gun, dentro do projeto Terça no Teatro. Os outros convidados da noite são Hugo Esteves, Nil Agra e Ben Ludmer.

Aos 24 anos, Murilo Gun é um dos pioneiros da stand-up comedy na capital pernambucana. Aqui, ele já fez shows na Roxxy, Musique, Spirit e Gio Pizzeria. Fora, já participou dos grupos Comédia em Pé (RJ), Tarja Branca (RJ), Clube da Comédia Stand-up (SP), Comédia ao Vivo (SP), As Comédias de Todos Nós (SP), Santa Comédia (PR), Rodízio de Humor (PR) e Cabaret do Diogo Portugal (PR). Há um mês participou do quadro Quem chega lá do Domingão do Faustão, da Globo.

Hugo Esteves, que também atua comoâncora de telejornal local, possui uma banda de pop rock que costuma fazer shows nas principais casas noturnas da cidade. Como humorista, ficou em cartaz por dois anos com o monólogo Nos bastidores da notícia. Já Nil Agra participou de diversos shows nos projetos de humor que aconteceram no Gio Pizzeria, Jardins e Spirit Music Hall.

O couvert para a Terça no Teatro custa R$ 15. O Manhattan Café-Theatro fica à Rua Francisco da Cunha, 881, em Boa Viagem. Informações e reservas pelo fone: 3325-3372.

Fonte: Diário de Pernambuco