O paradoxo do anonimato
31mai
Quando estava apresentando o BBB, o Pedro Bial sempre falava:
- Vamos lá acompanhar os nossos heróis.
Heróis? Os caras passam o dia inteiro numa casa luxuosa, comendo e bebendo de graça, cheio de mulher gostosa… eles não são heróis. Porque quando acaba o Big Brother, os homens ganham dinheiro fazendo presença em festa de 15 anos, as mulheres triplicam o valor do programa… eles não são heróis.
Heróis são os caras do No Limite, que dormem mal, são picados por bichos, comem gororoba e, no final, ninguém lembra deles. Quando acaba o No Limite, o máximo que os participantes conseguem é ganhar dinheiro fazendo presença em festa de velhinhos com Alzheimer (os velhinhos não lembram mesmo, então se foda).
O No Limite criou o paradoxo do anonimato: quando acaba o programa, os participantes ficam mais desconhecidos do que eles eram quando entraram no programa.
Em abril e maio eu fui o Repórter Inconfundível do Club Social e fiz algumas matérias nos estádios durante os últimos jogos do campeonato pernambucano, todas trazendo perguntas descontraídas sobre futebol.
Para saber mais sobre o Repórter Inconfundível: www.reporterinconfundivel.com.br
Abaixo vocês podem conferir o primeiro vídeo:




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